Como o valor é calculado
Existem dois modelos, porque existem duas realidades bem diferentes de operação.
Fazendas comerciais: por área. O valor acompanha o tamanho da fazenda — mais hectares significam mais talhões, mais atividades e mais registros. Há um valor mínimo de contrato de R$ 15 mil por ano, que atende operações de até mil hectares. Acima disso, o cálculo é proporcional à área.
Publicamos esse número por um motivo simples: você merece saber se faz sentido continuar a conversa antes de agendar uma reunião. Se o porte da sua operação não comporta esse investimento, é melhor descobrir agora do que depois de três reuniões.
Unidades de pesquisa e produção de sementes: por gleba. Aqui a área não é o que dimensiona o uso. Uma unidade raramente passa de 300 hectares, mas conduz centenas de glebas com tratamentos distintos — e é o volume de glebas que determina o tamanho da operação na plataforma. Por isso o cálculo é feito por gleba, e o valor é orçado conforme a estrutura de cada unidade.
Em qualquer um dos dois modelos, o valor também varia conforme os módulos contratados. Você pode começar apenas com o monitoramento de campo, ou contratar a gestão completa da operação, ou a plataforma inteira com a UPí. Nas unidades de pesquisa, a escolha mais comum é a plataforma completa, pela exigência de rastreabilidade e padronização.
Não há cobrança por usuário, por acesso, por relatório ou por volume de dados.
Na prática, o custo é previsível. Você sabe no início da safra quanto vai pagar no ano inteiro, sem surpresa por uso.
O que está incluído
Em qualquer contrato:
Usuários ilimitados. Toda a equipe usa — agrônomo, técnico, operador, gerente, controladoria, consultoria externa. Não faz sentido cobrar por pessoa num sistema cujo valor depende de todo mundo registrar.
Implantação e treinamento remotos. Sem custo adicional. Implantação presencial é orçada à parte, conforme o deslocamento.
Aplicativo de campo. Incluso, para toda a equipe, funcionando offline.
Suporte durante a safra. Nossa equipe acompanha a operação, não só o período de implantação.
Atualizações da plataforma. O que evoluímos ao longo do ano chega para você sem cobrança nova.
Um mês de teste gratuito, com o módulo que você contratar
Software de gestão agrícola raramente falha por ser ruim. Falha por não ser usado.
O dono decide, a diretoria aprova — mas não é só querer. Se a equipe de campo não adere, o apontamento não acontece, e seis meses depois o sistema virou custo sem retorno.
Por isso sempre tivemos política de teste: um mês gratuito com o módulo contratado, rodando na sua operação, para ver se a equipe adere de verdade. Se aderir, seguimos. Se não aderir, é melhor descobrir no primeiro mês.
Já chegamos a deixar uma safra inteira em teste. Hoje o período é de um mês — tempo suficiente para saber se a equipe incorporou a plataforma ao dia a dia.
Por que o contrato é anual
Não é porque a safra dura um ano. No Brasil se planta no verão e no inverno, e um ano-calendário costuma comportar duas safras.
É justamente por isso: o contrato anual cobre as duas. Você não paga de novo pela safrinha, e o histórico de um ciclo conversa com o do seguinte dentro da mesma base.
É também o tempo que a plataforma precisa para entregar o que promete. Custo por talhão cruzado com produtividade, evolução do monitoramento, comparação entre ciclos — nada disso existe em dois meses de uso.
E é o contrato anual que permite manter implantação e treinamento sem custo. A equipe entra junto, acompanha a primeira safra e garante que a operação está usando a plataforma de verdade — não que comprou e abandonou.
