Software de oficina não entende safra
A maior parte das ferramentas de manutenção foi feita para frota urbana ou oficina — veículo, quilometragem, revisão por data.
Fazenda não funciona assim. A máquina trabalha em janelas curtas e intensas — na hora do plantio ou da colheita, uma parada não custa a hora parada, custa a janela. E o que mede o desgaste é hora trabalhada, não dia de calendário. O custo, por sua vez, precisa ser lido máquina a máquina, não diluído numa conta geral de oficina.
Por isso a frota, na upCampo, não é um módulo à parte. Ela vive dentro da mesma operação onde estão as ordens de serviço, o estoque e as compras.
Do cadastro ao custo, sem sair da plataforma
Cadastro completo da frota
Abastecimento
Cada máquina e implemento tem seu cadastro, com componentes e documentos anexados. O histórico fica no equipamento, não numa pasta que alguém precisa lembrar onde está.
O abastecimento é registrado e vinculado à máquina e à operação, alimentando consumo e custo sem lançamento em duplicidade.
Ordens corretivas e preventivas
Requisição, estoque e compras
Ordens de manutenção corretiva e preventiva, organizadas por grupo de manutenção ou setor, com apontamento de horas por mecânico.
Isso responde uma pergunta que costuma ficar sem resposta na fazenda: quanto tempo a equipe de manutenção gastou, em qual máquina e em quê.
A ordem de manutenção gera requisição de itens. A requisição sai do estoque, quando a peça existe, ou segue para compras, quando não existe.
É a mesma cadeia que já roda no resto da operação — sem planilha paralela e sem sistema separado para a oficina.
O plano dispara pelo uso da máquina, não pelo calendário
Os planos de manutenção são cadastrados e associados às máquinas em tela própria.
O que os aciona é o uso real: a movimentação da máquina ou a execução de uma ordem. Como as horas vêm da própria operação da fazenda, o plano dispara sozinho — ninguém precisa digitar horímetro em outro sistema para o preventivo acontecer.
Quando dispara, o aviso sai por e-mail ou WhatsApp, para quem precisa agir.
Essa é a diferença prática entre manutenção preventiva que existe no papel e manutenção preventiva que acontece.
O custo real de cada máquina
Peça e serviço podem ser comprados e associados diretamente ao equipamento. Somados ao abastecimento e às horas apontadas nas ordens, isso mantém o custo real de cada máquina sempre atualizado — sem depender de alguém consolidar planilha no fim do mês.
É essa leitura por equipamento que permite responder as perguntas que decidem renovação de frota: quanto essa colhedora custou nesta safra, qual trator está consumindo mais manutenção do que deveria, quanto a oficina gastou em cada máquina.
Sobre levar esse custo ao talhão: é possível, por rateio, mas é uma decisão administrativa e uma tarefa manual. Cada operação define se e como quer distribuir o custo de manutenção entre as áreas — a plataforma não faz esse rateio sozinha, porque o critério varia de fazenda para fazenda.
A plataforma traz relatórios e dashboards específicos do tema, dentro dos mais de 100 relatórios disponíveis, com possibilidade de personalização. Para operações que já usam BI, os dados podem ser levados para o mesmo painel das demais áreas — veja o que muda em fazendas grandes e médias.
