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Grupo C.: 16 mil hectares de algodão, a frota John Deere integrada e a operação acompanhada ao vivo

Como o Grupo C., de Lucas do Rio Verde (MT), gere 16 mil hectares de algodão na upCampo, com John Deere, Sankhya, estações Davis e Agrosystem integrados e cinco dashboards ao vivo.

Por upCampo

9 min de leituraCasos reais

Dashboards do Grupo C. na upCampo: fenologia por nó reprodutivo, operações, máquinas John Deere e produtividade

O Grupo C., de Lucas do Rio Verde (MT), tem oito fazendas, com cerca de 16 mil hectares de algodão e também soja, e frota 100% John Deere. O escritório trabalha no ERP Sankhya; a gestão operacional roda na upCampo: planejamento, monitoramento de pragas, fenologia por nó reprodutivo, recomendação agronômica, ordens de serviço, estoque, custo, clima e rastreabilidade dos fardos, com o Sankhya, o John Deere Operations Center e as estações meteorológicas Davis e Agrosystem integrados. Cinco dashboards feitos para o grupo mostram a operação ao vivo, e os proprietários acompanham tudo do escritório, na cidade.

Como o Grupo C. chegou à upCampo

Ninguém vendeu. O grupo encontrou o aplicativo na loja e começou por um problema só, o monitoramento de pragas. Com o tempo, levou para dentro da mesma base praticamente toda a gestão operacional das oito fazendas.

O agrônomo do grupo usava outra ferramenta de monitoramento antes. Hoje faz as recomendações de aplicação direto na upCampo, e o ganho que ele destaca é organização e planejamento.

A operação na plataforma, em números

Registro na upCampo Quantidade
Fazendas 8
Área de algodão cerca de 16.000 ha
Ordens de serviço 13 mil
Levantamentos de campo 17 mil
Fardos registrados 149 mil

São registros da própria operação, lançados pela equipe do grupo ao longo das safras.

O que o grupo faz na upCampo

Monitoramento de pragas e fenologia do algodão

Os técnicos fazem os levantamentos pelo aplicativo, no talhão, com a coordenada de cada ponto. No algodão, além das pragas, o levantamento mede a própria planta: botões, maçãs pequenas, médias e grandes, maçãs por posição (da 1 à 5), maçã podre e capulhos — os campos estão descritos na tela de Levantamentos da Central de Ajuda.

Foi neste cliente que nasceu o módulo de Fenologia da upCampo. É um grupo extremamente técnico, com histórico detalhado da lavoura e agricultura de precisão de verdade, e parceiro ativo no desenvolvimento da plataforma. O que se mede na fenologia do algodão hoje é, em boa parte, o que a equipe dele pediu para medir.

No Grupo C., a fenologia chega ao mapeamento dos nós reprodutivos: nó a nó, a planta é registrada com botão, flor, maçã, capulho, abortamento ou maçã podre. Para comparar esse mapa, a upCampo criou um dashboard em que o agrônomo coloca talhões e datas lado a lado — em resumo, em percentual ou planta por planta.

Ilustração da fenologia do algodão: os nós da planta marcados com botão, flor, maçã, capulho, abortamento e podre

Da recomendação à ordem de serviço

A recomendação do agrônomo fica registrada no Receituário Agronômico: produto, dose, cultura e quantidade total. A partir daí, a upCampo acompanha quanto da receita já foi usado e quanto resta.

A aplicação vira ordem de serviço: em quais talhões, com quais produtos, com qual máquina e com qual equipe. É a ordem que registra a execução das equipes no campo.

O detalhe vai longe. Na aplicação aérea, a calda é calculada voo a voo: o funcionário que prepara acompanha no tablet quanto de cada produto vai em cada voo.

Estoque e custo por talhão

O produto que a ordem de serviço consome sai do estoque, e o valor dele entra no custo do talhão. Com 13 mil ordens registradas, o custo da safra do grupo é montado a partir do que foi de fato executado — o método está explicado em como calcular o custo por talhão.

John Deere Operations Center integrado

Com a frota inteira John Deere, o grupo tem na máquina um registro detalhado de tudo o que a colhedora, o pulverizador e o trator fizeram. A integração com o Operations Center leva esse registro para a gestão, onde ele encontra a ordem de serviço, o estoque e o custo.

A integração é de leitura: a upCampo lê do Operations Center e não escreve nele. No cadastro de cada máquina, um clique no identificador de fábrica abre a máquina direto no Operations Center. Quando um talhão ou uma operação tem um nome em cada sistema, a equivalência entre os cadastros é configurada uma vez.

Fardos: do talhão à algodoeira

Cada fardo colhido é um registro com número, talhão de origem, variedade e data de colheita. É a unidade de rastreabilidade do algodão: a partir de um fardinho de pluma, volta-se ao fardão e ao talhão que o produziu. O grupo tem 149 mil fardos registrados, e a cadeia completa está em rastreabilidade do algodão, do fardão ao fardinho.

Clima: estações Davis e Agrosystem integradas

As estações meteorológicas Davis e Agrosystem das fazendas enviam os dados sozinhas para a upCampo, sem ninguém digitar leitura. A chuva e o clima de cada fazenda ficam na mesma base da operação, ao lado dos levantamentos e das ordens de serviço.

O Sankhya no escritório, integrado à operação

O grupo não trocou de ERP para usar a upCampo. O Sankhya segue no escritório, com o fiscal e o administrativo; a upCampo cuida do que acontece no talhão, do levantamento de pragas ao fardo. Os dois sistemas trocam dados, e o ERP recebe o custo da operação montado a partir do que foi executado — é assim que nascem os números que a diretoria acompanha.

Cinco dashboards ao vivo, acompanhados do escritório

Os proprietários não precisam estar na fazenda para saber como está a operação. A upCampo criou para o grupo cinco dashboards que se atualizam sozinhos, ao vivo, e que eles acompanham do escritório, na cidade:

  • Operações — o resumo da operação: andamento da colheita por fazenda, hectares, últimos lançamentos e o avanço de cada atividade.
  • Máquinas — os dados do John Deere Operations Center organizados do jeito da gestão: hectares, horas, dias trabalhados, consumo e eficiência por máquina, agrupados por fazenda e por equipe, coisa que o Operations Center não faz.
  • Rendimento operacional — o rendimento das operações de campo.
  • Produtividade — arrobas e fardos por talhão, por fazenda e por variedade.
  • Fenologia do algodão — a comparação do mapeamento de nós reprodutivos entre talhões e datas.

Além dos dashboards, o grupo tem muitos relatórios personalizados, construídos pela equipe da upCampo para as perguntas que ele faz sobre a operação.

O grupo no período

Durante a parceria com a upCampo, o grupo ampliou a algodoeira, expandiu a transportadora e está finalizando uma fábrica de biológicos. Não é resultado atribuído ao sistema — é o contexto de uma operação que cresceu e manteve a gestão na mesma base.

“Já utilizamos diferentes sistemas de gestão agrícola ao longo dos anos, mas a upCampo foi a que melhor se adaptou à realidade da nossa operação. A integração com a John Deere, junto com a gestão das atividades e custos, trouxe muito mais organização e clareza para a fazenda.”

— Consultor de tecnologia agrícola do Grupo C.

Para quem este caso serve

Grupos de algodão com várias fazendas e frota John Deere, que já têm dado de máquina de sobra e querem ele ligado à ordem de serviço, ao estoque e ao custo — e a diretoria acompanhando a operação ao vivo, de onde estiver. Veja como a upCampo trabalha o algodão do talhão ao fardinho.

Perguntas frequentes

A upCampo integra com o John Deere Operations Center?

Sim. A upCampo lê o registro das máquinas no John Deere Operations Center e o liga à ordem de serviço, ao estoque e ao custo por talhão. A integração é só de leitura: nada é escrito, alterado ou apagado no Operations Center. O Grupo C., de Lucas do Rio Verde (MT), usa essa integração com uma frota 100% John Deere em oito fazendas de algodão.

Um grupo com várias fazendas de algodão consegue organizar tudo na upCampo?

Sim. O Grupo C. mantém oito fazendas e cerca de 16 mil hectares de algodão na upCampo, com 13 mil ordens de serviço, 17 mil levantamentos de campo e 149 mil fardos registrados. Os dados que a diretoria usa para acompanhar a operação agrícola saem da plataforma.

Dá para acompanhar a fenologia do algodão na upCampo?

Sim. No levantamento feito pelo aplicativo, o técnico registra botões, maçãs por tamanho e por posição, maçã podre e capulhos, além das pragas. No Grupo C., de Lucas do Rio Verde (MT), onde o módulo de Fenologia nasceu, a fenologia chega ao mapeamento dos nós reprodutivos, comparado entre talhões e datas num dashboard próprio.

A upCampo integra com o Sankhya?

Sim. O Grupo C., de Lucas do Rio Verde (MT), usa o Sankhya como ERP no escritório, integrado à upCampo: os dois sistemas trocam dados, e o ERP recebe o custo da operação montado a partir do que foi executado no campo.

A upCampo integra com estações meteorológicas Davis e Agrosystem?

Sim. As estações Davis e Agrosystem enviam os dados automaticamente para a upCampo, por integração, e a chuva e o clima ficam ao lado da operação de cada fazenda. O Grupo C., de Lucas do Rio Verde (MT), usa essa integração junto com a do John Deere Operations Center.

Dá para acompanhar a operação da fazenda ao vivo, do escritório?

Sim. Para o Grupo C., a upCampo criou cinco dashboards que se atualizam sozinhos — operações, máquinas, rendimento operacional, produtividade e fenologia do algodão — e os proprietários acompanham a operação das fazendas do escritório, na cidade.

A upCampo calcula a calda da aplicação aérea?

Sim. A ordem de serviço calcula a calda da aplicação, e no Grupo C. o cálculo é feito voo a voo na aplicação aérea: o funcionário acompanha no tablet quanto de cada produto vai em cada voo.

O agrônomo consegue fazer a recomendação de aplicação na upCampo?

Sim. A recomendação fica no Receituário Agronômico, com produto, dose, cultura e quantidade total, e a upCampo acompanha o saldo usado nas ordens de serviço. No Grupo C., o agrônomo trocou a ferramenta de monitoramento que usava e hoje recomenda as aplicações direto na plataforma.

A upCampo rastreia o fardo de algodão até o talhão?

Sim. Cada fardo é registrado com número, talhão de origem, variedade e data de colheita, e cada fardinho de pluma aponta para o fardão de origem. Assim, um fardinho vendido volta ao talhão que produziu a pluma. O Grupo C. tem 149 mil fardos registrados na plataforma.

É preciso implantar o sistema inteiro de uma vez?

Não. O Grupo C. começou só pelo monitoramento de pragas e foi levando o restante da gestão operacional para a mesma base com o tempo, sem trocar de sistema no meio do caminho.

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